January 21, 2026

Compliance na intermediação de crédito: uma abordagem estrutural (e operacional)

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Num setor regulado como a intermediação de crédito, o compliance é uma base operacional contínua, não apenas uma exigência pontual.
Artigo por:
Lara da Gama

Um contexto cada vez mais exigente

A intermediação de crédito é uma atividade regulada, onde confiança, rigor e transparência são pilares.

Mais do que requisitos formais, compliance traduz-se em práticas contínuas: cada processo deve estar acompanhado, documentado e justificável ao longo do tempo.

 

O papel do Banco de Portugal na supervisão da atividade

Enquanto autoridade supervisora, o Banco de Portugal define o enquadramento no qual a atividade de intermediação de crédito deve ser exercida.

Neste cenário, registos claros, organização da informação e rastreabilidade não são “extra”: são parte da base de uma operação sólida.

 

Auditoria e rastreabilidade como pilares operacionais

É muitas vezes em auditorias ou pedidos de esclarecimento que a rastreabilidade se torna mais visível.

Quando a informação está associada a cada processo, torna-se possível reconstruir decisões e responder com segurança apedidos internos ou externos.

  • Decisões reconstruídas com contexto (o quê, quando e porquê);
  • Evidências fáceis de localizar(documentos, comunicações, versões);
  • Menos risco de “buracos” documentais por dispersão de canais.

 

Compliance como estrutura contínua, não como reação

Uma abordagem madura integra o compliance no dia a dia, em vez de o tratar como reação a momentos específicos.

Processos consistentes reduzem variabilidade, aumentam controlo e tornam a operação mais previsível.

 

Como operacionalizar: 5 práticas simples

  • Centralizar documentação por processo (não por pessoa/canal);
  •  Garantir histórico de comunicações associado ao processo;
  • Definir campos e checklists mínimas por fase (lead → proposta → processo);
  • Manter versões e evidências (oque foi enviado e quando);
  • Ter reporting básico para controlo e acompanhamento (pendências, tempos, estados).

O papel do Habic na estruturação do compliance

O Habic foi concebido para apoiar uma gestão estruturada: centraliza documentação, registos e evidências num único ambiente e reforça a rastreabilidade ao longo de todo o processo.

Ao integrar o compliance na operação diária, reduz a carga administrativa associada à gestão documental e apoia um acompanhamento mais consistente.

 

Conclusão

Compliance não é um “momento”, é uma forma de operar. Quando a estrutura está montada, a resposta a auditorias, pedidos de esclarecimento e gestão interna torna-se mais simples e mais segura.

Para ver como o Habic pode apoiar esta estrutura no dia a dia, é possível marcar uma demonstração.

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